AMOR

Atualizado: 30 de Mar de 2020

No consultório já presenciei muitas manifestações de amor, hoje vou falar do amor em desenvolvimento, aquele amorzinho que está começando a nascer ou até mesmo um amor antigo que insiste em voltar a tona.



Aquele amor inicial, pode causar angústia, dúvidas, incerteza.

A pessoa acaba se perguntando:

  • O que será que é isto que que estou sentindo?

  • Estou sendo correspondido?

  • Vou conseguir superar os obstáculos, a distância, o medo, nossas diferenças?

  • Será que vale a pena investir nisso?”.


Na verdade são muitas perguntas, mas o que me encanta é ver o quanto esse amor pode se tornar um combustível para vida, o quanto esse sentimento transforma dias sombrios em dias quentes e iluminados.


Dá gosto de testemunhar nos olhos dos pacientes a pulsão de vida!


Você nunca sabe que fim vai dar aquilo, é um evento com final inesperado; parece que o desejo dos amantes é sempre parecido com os filmes, existe a ideação de um final feliz, de uma união romântica repleta de música e movimento.


Entretanto nem sempre me importa pensar no final, gosto de explorar a jornada, o amor não é algo que realmente precisa ter um fim, ele é alomorfe, pode mudar e emanar de várias maneiras, gosto de explorar o sentido e o vivido de cada etapa do acontecimento.

Ao ficar centrado no presente, parece que a ansiedade se acomoda um pouco, e assim a pessoa passa a desfrutar a experiência do nascimento do amor, é algo genuíno, que por vezes pode ser cultivado quase que como uma plantinha; dá-se um pouco de espaço, de luz, de água e ele vai brotando. As vezes em meio a pedregulhos, ou em meio a espinho, outras vezes em solos arenosos e até mesmo em terra fértil.

Eu sempre digo: deixa ver o que vai dar; pra que correr com pensamentos; soluções ou ideias futuras e deixar de viver o agora; o já!


Se você está vivendo isso:

Um brinde ao amor!

Viva! Viva! Viva!

E felicidade ao casal!


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