MORTE

Atualizado: 20 de Jul de 2020

Para a Fenomenologia-Existencial a MORTE é a totalização do ser.

Totalização do ser é o fechamento de todas a possibilidades, e é a partir da morte que os Outros, dirão quem fomos.




corvo simbolizando a morte física
Morte

E cada um dirá de acordo com suas experiências vividas, mesmo com um artista, ao morrer, são os fãs que “eternizam” sua arte, na repetição de suas obras. Ou ao um ente querido, na contação de histórias, nas lembranças dos momentos passados juntos, sejam boas ou ruins.


Ao pensarmos sobre a morte, sobre a finitude, sobre o acontecimento mais certeiro e inegável; refletimos sobre a vida; nenhum de nós escapará da morte, nenhum de nós existirá para sempre, nem sabemos o que é para sempre, pois nunca alcançaremos essa abstração.


Nossa tendência é misturar crenças, fé e religião, mas objetivamente a morte é o não existir mais, aquela presença, aquele corpo desaparece, a matéria animada com movimento, desejos, vontades se evapora na imensidão do universo, ficando apenas o legado que é intrinsecamente relacionada com as conexões realizadas entre pessoas vivas e existentes.


A morte é inevitável, mas ao saber de sua iminência, podemos de alguma forma, escolher viver consciente, pensando em relacionamentos mais saudáveis, promovendo melhores momentos com quem está ao nosso redor e buscar a cura das emoções para viver mais intensamente os prazeres da vida.


“Finalmente, somos vivos, mas, também, mortais. Vivemos e morremos, de certo modo, simultaneamente, pois, a cada dia que passa, nossa existência tanto vai se ampliando quanto vai se tornando mais curta. No decorrer de nosso existir caminhamos, a cada dia, para viver mais plenamente, assim como para morrer mais proximamente”. (Yolanda Cintrão Forghieri)



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